
Do tudo ao nada.
Fumos pálidos erguiam-se e um caquéctico esqueleto de rua erguia-se. Fuligem cobria o que restava de portadas desgastadas e o pó... O negro pó fez casa onde mais nada vive.
Outrora cresceram aqui árvores. Verdes luxuriantes e vermelhos inebriantes cobriam a rua. Flores, lojas e toda uma miríade de pequenos corpúsculos reluzentes banhado pela luz baça dos altivos candeeiros que par a par acompanhavam as portas da avenida.
Hoje apenas estilhaços de vidro e retorcidos varões, como se dos próprios dedos da terra se tratasse, saiam do chão e relembravam o que foram em tempos.
Mesmo nas horas mortas, a rua emanava um sentido de vida, uma identidade que todos se haviam habituado, desde o cheiro, à tremeluzente luz do terceiro candeeiro. Casa, rotina, felicidade.
Hoje o vento não sopra. A luz não caia. E só sobra a estrada....
Fumos pálidos erguiam-se e um caquéctico esqueleto de rua erguia-se. Fuligem cobria o que restava de portadas desgastadas e o pó... O negro pó fez casa onde mais nada vive.
Outrora cresceram aqui árvores. Verdes luxuriantes e vermelhos inebriantes cobriam a rua. Flores, lojas e toda uma miríade de pequenos corpúsculos reluzentes banhado pela luz baça dos altivos candeeiros que par a par acompanhavam as portas da avenida.
Hoje apenas estilhaços de vidro e retorcidos varões, como se dos próprios dedos da terra se tratasse, saiam do chão e relembravam o que foram em tempos.
Mesmo nas horas mortas, a rua emanava um sentido de vida, uma identidade que todos se haviam habituado, desde o cheiro, à tremeluzente luz do terceiro candeeiro. Casa, rotina, felicidade.
Hoje o vento não sopra. A luz não caia. E só sobra a estrada....
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