Nos recantos de uma rua,que mergulha,
pela colina sem fim.
Sobre a luz que foi que já só no fim do rio se ve.
Incandescem os candeeiros.
E enchem-me os cheiros, de uma lisboa de cravos, de lampadas de oleo e de alecrins.
E eu espero,
espero tanto que até já a relva se ri.
Dizem-me que sou eu o plantado.
Que não espere por ti.
Mas nada me interessa,
porque me perdi,
burocrata-economista,
sou louco por ti.
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