É banhada de uma nostalgia pelo presente.
É o ponto onde o rapaz se torna homem e se despega da perna da mãe, sentido o seu último toque para ir para bem bem longe.
Tempo de mudança, mas a constante continua lá. Brilha, relutante de prescindir da sua luz perante os candeeiros cá de baixo e os pontos lá de cima.
Cintila, mas neste noite, neste momento, parou a estrela.
Talvez o pedaço de mim, o farrapo de ser que ainda havia, aquele que ria, desenhava e sorria, aquele que era mais que um processo analitíco-racional... Talvez esse tenha desaparecido.
Talvez seja a isto que se chama crescer.
Hoje, num sitio de onde nunca me afastei, à luz de uma estrela q
ue sempre vi, encostado a um canto que já me trata por tu...Hoje...
Hoje sinto que não sei onde estou.
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